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GALOPE PARA BEATRIZ

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Em dois mil e treze, viajei ao sudeste deixando as fogueiras do alegre São João, voei pra São Paulo, andei de avião, deixei a fartura do milho – o nordeste. Eu fiz finca-pé, fui cabra da peste na grande esperança da filha, encontrar. Cruzei a Paulista à procura do lar, de carro e a pé desloquei-me feliz; então, finalmente, encontrei Beatriz cantando galope distante do mar. Seis anos se foram, restou a lembrança da Casa das Rosas e das livrarias, dos bares diurnos, das noites tão frias, do Terraço Itália, do MASP que avança. No vinho encorpado da grande esperança bebemos felizes com bom paladar. De pé, comemoro o nosso estradar em mês invernoso que tem alegria do tempo estiloso e de muita magia cantando galope distante do mar. Depois foi Madrid de Miguel de Cervantes que a fez Don Quixote nos prados da Espanha e ao dar-lhe coragem e força tamanha previu um futuro melhor do que dantes. Sem ter de ficar no quartel de Abrantes Resolve crescer, aprender e lutar. Nas mãos do ...

FUTEBOL AMADOR

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em passou pela adolescência sem nunca pegar uma caminhonete C10, aquelas da Chevrolet, pra ir, de um sítio a outro, assistir a um jogo de futebol amador, ou até mesmo para jogar bola, desconhece algumas coisas boas da vida. Às vezes o jogo nem era tão interessante, mas a viagem, essa sim, era um evento cheio de emoção, um acontecimento em si. Começava pela disputa por um lugar naquela carroceria apertada, porque antes dos caminhões paus de arara fazerem esse tipo de transporte, a gente ia para esses jogos amadores era nas C10. E claro que não cabia muita gente, porque lá em cima, além dos jogadores, suas namoradas e/ou esposas e a torcida de uma forma geral, tinha ainda os vendedores de dindin, que já começavam a comercializar o produto ali mesmo, dentro do carro, porque o calor era sufocante, e, claro que não podiam faltar os tomadores de cachaça. Os litros de cachaça ypioca circulavam de mão em mão. Às vezes misturada com coca-cola, outras vezes pura mesmo. Os jogadores e a torcid...

MANA QUERIDA

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O nome dela eu não sei Dessa senhora extrovertida O apelido dela eu direi Era a Mana Querida Caminhando meio torta Assim fazia todo dia Batendo de porta em porta Era assim que ela vivia Há muitos anos ela partiu Para o céu então subiu Deixando esse mundo Hoje só a saudade Em meu peito invade Com um ardor profundo. Israel Batista

SONDA-ME

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Sonda-me ó Deus E conhece o meu coração Examina os caminhos meus Guia-me com tua mão E ver se há em mim Algum caminho mau E guia então enfim   Pelo caminho eternal Tu chegaste a conhecer Meu assentar, meu levantar Teus olhos viram o meu embrião Ó Senhor venho agradecer Por tu meu acompanhar E me segurar pela mão. Salmos 139: 23,24 Israel Batista

FELIZ A NAÇÃO

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Mais feliz é a nação Cujo Deus é o senhor E fazem somente oração Ao Deus nosso Criador Devemos só a Deus engrandecer E louvar o Seu Santo nome Pois Ele nos livra do sofrer Da peste, morte e a fome As nações outros deuses adoram E por paz sempre imploram É triste essa situação Busque ao Senhor Jeová   Como Ele outro não há Que tenha a real solução. Salmos 33:12 Israel Batista

MOCIDADE

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Fuja do desejo Da sua mocidade Segue a justiça A fé e a caridade E invoque ao Senhor   O nosso Deus da verdade Daí-nos um coração puro E cheio de muito amor Para vencer todo mal Do vil e feroz tentador Seja fiel hoje e sempre Ao nosso eterno Salvador Seja manso com o teu próximo Mostre de Cristo o perdão Pregue o bem e a verdade E terás seu galardão Pois Cristo habitará Em vosso coração. Israel Batista 1º Timóteo 2:22,23

POEMEDO

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  Poeta do medo Onde está o teu segredo Teu etério voar Quem implantou esse medo Quem cegou o teu ego Que te fez desmaiar? Desata as amarras Do tu pensamento Destrói a gaiola Que aprisiona O pássaro canoro Dá inspiração; Lança teus poemas Explora estes temas Que o mundo te dá Poeta do medo Não guarde o segredo Desse te pensar Grita mais que alto Vales e montanhas irão te escutar E não tenhas medo Pois a poesia Nunca morrerá. Josenir Lacerda